sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Globalização das Ideias - Globalization of Ideas


A globalização, claramente identificável na internet, com os instrumentos de divulgação como google, youtube, msn, hotmail e outros, não permitem mais a privacidade ou a concentração da informação, ideias em uma única pessoa ou instituição.
Na televisão aberta temos a Globo, Record, SBT entre outras, que possuem programas e instrumentos de divulgação da notícia de várias profundidades, alcances e horários.
Tudo isso é bom, pois a manipulação da informação e das ideias, direcionando-as para um caminho ou outro, é prejudicial, é pura doutrina. Isso é que acabou, respeitadas as devidas proporções, criando impérios, ditaduras e guerras. Olhem e entendam a História.
É bem verdade que o internauta extrapola, deixando sua vida, de seus familiares e amigos, às vezes em perigo, às vezes no ridículo, por não saber o limite do razoável, do bom senso e do bom gosto, como por exemplo, no caso do Orkut.
Uma coisa é partilhar fotos, vídeos, jogos e músicas, outra é deixar informações preciosas à bandidos, meliantes que podem localizar e destruir uma ou várias vidas, conforme o caso.
A própria internet é, na maioria das vezes, usada de forma errônea. É óbvio que é uma forma barata e rápida de diversão, fazer download da sua música e filme preferidos, jogar os MMORPG da vida, (como eu faço), bater papo com amigos. Também é para localizar concursos públicos, empregos, cursos, sejam gratuitos ou pagos, aperfeiçoamento pessoal, para fins de trabalho, entre inúmeras coisas.
Contudo, a difusão da pornografia criminosa, inclusive infantil, crimes em geral, é espantosa, nem é preciso dizer. Creio que faltam meios legais e um “pouco” da boa vontade dos homens (e mulheres) públicos para minimizar tal difusão, maximizar os instrumentos de fiscalização, e, como nada é feito por meio de “bola de cristal”, a denúncia do internauta consciente, mesmo que seja anonimamente.
A vida é para ser vívida e vivida de forma plena, consciente e integral. Não podemos, mesmo como pessoa física, nos escusar de participar do combate às ideias, informações, atos ou inércias perniciosos à nós ou à sociedade.
Hoje a vítima é alguém desconhecido. Amanhã pode ser eu ou você.

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